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terça-feira, 3 de julho de 2007

Uma breve coordenação interina no Proler, Aníbal Bragança

Entre janeiro e início de abril de 2006 vivemos uma experiência inesquecível – como todas as outras, esta também teve aspectos bons e outros ruins – na coordenação do Programa Nacional de Incentivo à Leitura – Proler, vinculado à Fundação Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

Esse Programa foi criado por decreto do nefasto governo Collor, em 13 de maio de 1992, graças ao movimento de alguns intelectuais e professores, durante a gestão do poeta Affonso Romano de Sant’Anna na presidência da Fundação Biblioteca Nacional, a quem caberia a sua direção.

De certa forma o Proler, afirmamos nós, deveria atuar no vácuo deixado pela liquidação do Instituto Nacional do Livro – INL, que tantos serviços prestou (e alguns desserviços também) à cultura letrada no Brasil desde que foi criado, em 1937, até 1990. Sua agonia final começou em 1987, quando o então presidente José Sarney, tendo como ministro da Cultura o honrado e brilhante economista Celso Furtado, o desqualificara, incorporando-o, e também a Biblioteca Nacional, à então recém-criada Fundação Nacional Pró-Leitura. Esta, que não chegou a efetivamente a consolidar-se, foi liquidada pela lei collorida n° 8.029, de 12.04.90, de triste memória, sendo suas atribuições transferidas para a Biblioteca Nacional.
(...)


Leia a íntegra do “depoimento” (e muito mais) em:
LINHA MESTRA - Revista Virtual Ano I, nº 03, julho/agosto 2007, editada pela
ALB – Associação de Leitura do Brasil
http://www.alb.com.br/pag_revista.asp